que era um menino pretinho
e que o céu estrelado da noite
me sugou com os seus lábios
segurando-me pelos suspensórios
e que enquanto eu subia, estes transformavam-se em cordas
de um baloiço gigante que me baloiçava até que eu toquei na pele do céu
e quando a rasguei, vi o universo
senti-me atraída e lancei-me de braços abertos
caí como um cortinado de seda pelo céu abaixo
e quando acordei percebi que era uma aurora boreal a namorar o céu gelado da Noruega
e pensei:
- que sorte têm os bacalhaus da Noruega!
16.2.13
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