é um trilho por onde escorre a carruagem da dor
que sai da paragem do nevoeiro para me incendiar
onde estive eu
porque é que isto aconteceu?
tantas vezes que eu não quero acreditar
volto a cada momento atrás à procura de espreitar
para impedir que não tivesse acontecido
um dia eu chorei sozinha muito
no fundo havia uma razão para estar sozinha
voucontinuar sozinha
como e que eu posso acreditar
vou saltar de pedra em pedra rodopiar com o vente
fazer amosr com as ondas do mar
e não voltar mais para este mundo que escorre na maninha cicatriz
vou beber vou sonhar drogada despedia de amor
custa tanto custa tanto
onde doi é tao fundo
gostva de me curar com mel com ua estrada demel e hortela
um doce quentinho que me parasse esta dor
encavalitada como um gancho como um monstro
sera que vou conseguir perdoar?
é tão bruta tão cruel tão nojenta a verdade
acho que só vivo embriagda quando os nossos corpos se juntam
não tenho mais nada sou nada
sou mesmo nada